quarta-feira, 26 de maio de 2010

NÃO AO LIXO ELETRÔNICO: A VIDA AGRADECE

O lixo eletrônico é constituído por aparelhos eletrônicos (computadores, celulares...) e resíduos resultantes destes (pilhas, baterias...), que não sendo mais úteis para seus possuidores, são descartados muitas vezes em lugares inapropriados para a saúde pública, como por exemplo, em lixões. Por serem altamente tóxicos fazem mal à população, e causam doenças graves a pessoas que vivem da coleta deles, para vender ao mercado negro. Além disso, uma vez que tem contato com o solo, podem contaminar os lençóis freáticos, e se queimados, poluem o ar.

Um dos principais motivos do crescimento do lixo eletrônico está no fato de as pessoas serem cada vez mais induzidas a comprarem aparelhos novos, fazendo com que descartem os “antigos”, sendo que muitos ainda podem estar em bom estado e servirem para outras pessoas e instituições.

Pensando nisso foram criadas várias medidas para que estes materiais possam ser reaproveitados (quando possível) ou então para que pelo menos sejam reciclados de forma apropriada. No Brasil não há legislação nacional que defina regras para o tratamento e a reciclagem destes materiais, porém, no estado de São Paulo foi criada uma lei que define as normas e os procedimentos perante a reciclagem, gerenciamento e destinação final de lixo eletrônico. Assim, foram feitas campanhas para que as pessoas se conscientizem e comecem a reciclar estes materiais corretamente, como por exemplo, a campanha de recolhimento de pilhas e baterias, como mostra o vídeo abaixo.

O que falta agora é cada um fazer a sua parte, pois só assim poderá ser possível eliminar nem que seja um pouco deste material, ajudando não só a vida humana, como a vida em geral. Deixo por fim um recado da campanha da AS.CO.LE (Associação de combate ao lixo eletrônico).


Postado por: Patrícia da Silva RA:090286998

Um comentário:

  1. Legal Patrícia, achei q ficou ótima a maneira q escolheu para escrever sobre o assunto, os exemplos com vídeos e imagens também ilustraram muito bem esse tema q não é fácil de abordar.
    Valeu!

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