Web 2.0 geralmente se refere à segunda geração de serviços disponíveis na internet que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online. Diferentemente da primeira geração, marcada pelas páginas estáticas, a web 2.0 dá ao usuário uma experiência tão rica quanto a que ele teria se estivesse utilizando um programa instalado no seu computador. Web 2.0 remete a projetos antigos de internet que deram certo. O detalhe é que a web 2.0 é a internet que aprendeu com seus próprios erros, que entendeu quem é o que faz para quê veio ao mundo, que entendeu por onde deve caminhar para chegar onde quer, enfim que amadureceu. Exatamente, web 2.0 é entender que um site pode ter coisa muito melhor que simplesmente audiência, um site pode desenvolver uma comunidade. A internet antiga, a web 1.0, era um lugar longe aonde íamos para buscar informação, a web 2.0 é onde nós vivemos e nos relacionamos. Junto a essa idéia, com a web 2.0 vêm também novos modelos de negócio, novas formas de se fazer publicidade online (interatividade e marketing de performance), novas técnicas de programação (Ajax), novas formas de design (com foco maior na usabilidade), novas formas de conteúdo (com participação do usuário), enfim, o assunto é gigantesco, mas o principal é entender que internet é gente.
São essas possibilidades de interagir com as mensagens e com outras pessoas que recebem essas mesmas mensagens, essa possibilidade de se relacionar que marca a nova publicidade na internet, o novo conteúdo da internet, os novos modos de programar na internet, os novos modelos de negócio na internet, enfim, a web 2.0: a nova geração da internet e a internet da nova geração.
Conhecida pelo mundo da Internet como C2C, abreviação simplificada de “Consumer to Consumer”, a transação on-line realizada entre pessoas físicas é uma espécie de “terceira onda” do comércio eletrônico. A evolução faz sentido se considerarmos que as empresas, por sua característica de inovação, estavam inicialmente mais preparadas para desbravar o novo ambiente de negócios. A partir do momento em que as pessoas físicas ganharam confiança na Internet, começaram a transacionar com as empresas e também diretamente com outras pessoas. É interessante lembrar que a economia tradicional também apresenta ambientes de negócios do tipo C2C, como é o caso do jornal Primeira Mão, que possibilita a compra e a venda de produtos por meio de anúncios. Também as vendas de porta em porta, como as promovidas por Avon, Natura e outras, caracterizam-se pela transação entre duas pessoas físicas, embora, nesse caso, exista uma empresa dando respaldo ao vendedor. Na Internet, a grande líder do mercado C2C é a empresa Mercado Livre.
Os negócios C2C são realizados por meio de uma plataforma eletrônica na Internet e intermediados por uma empresa que oferece a infra-estrutura tecnológica e administrativa. Tanto o comprador quanto o vendedor devem estar cadastrados no sistema e podem ser avaliados por todos os membros da comunidade de negócios pela quantidade de transações que já realizaram e pelas notas que receberam em cada transação, numa espécie de ranking dos bons negociadores.A realidade é que os negócios C2C caíram no gosto do brasileiro, assim como já ocorre em outros países, e os números apresentados pelo Mercado Livre, no Brasil, deixam isso muito claro. As principais razões para esse crescente sucesso do C2C são: a possibilidade de uma renda extra para quem vende e as ofertas a preços baixos para quem compra, fatores extremamente estimulantes em um país caracterizado cada vez mais por poucos empregos e baixa renda.
Antes da tecnologia digital, para tirar fotos era preciso recorrer a um processo químico e o registro de imagens ou a fotografia, era feira de maneira complexa e demorada. Atualmente, as fotografias muitas vezes não são reveladas e sim armazenadas em meios digitais, que além de não ocupar espaço físico é economicamente vantajoso já que para descarregar a câmer digital não é preciso pagar nada e o resultado da fotografia é instantâneo, diminuindo os possíveis danos e perdas de uma foto pela má qualidade da imagem, foco ou luz. Porém ficou muito mais fácil perder esses registros, já que não é raro ocorrer danos em aparelhos eletrônicos que armazenam essas imagens. O fato é que hoje em dia, o acesso a este recurso é muito maior devido à facilidade de se obter uma câmera e o ato de fotografar tornou-se um hábito comum a várias culturas e por ser um registro de memória, tornou-se símbolo na área de turismo e de ocasiões especiais. Além disso, existe um recurso para editar imagens com a ajuda do Photoshop que é capaz de modificar e até manipular uma foto, o que pode ser considerado anti-ético. Em contrapartida, também é requisitada para melhorar a qualidade visual de uma fotografia e é um recurso bastante utilizando na área de jornalismo e publicidade.
Foto 'photoshopada'- termo que expressa o uso do recurso photoshop para manipular de forma radical ou não uma imagem. À esquerda, foto da atriz Fernanda Lima na capa da revista Rolling Stones quando estava grávida de gêmeos. À direita, a mesma foto - manipulada- sem a barriga de grávida.
Imagem manipulada também a partir do Photoshop, aonde é possível transformar ilusão em realidade.
Vídeo que mostra como o ato de fotografar tornou-se popular, quando moradores do morro da Maré apreder técnicas de fotografia e mostram a visão da favela através da lente.
Há pouco mais de 6 anos atrás, quando se pensava em transmissão, se pensava em broadcasting, que é que o modelo de transmissão usado pela TV e o rádio. Nele, as emissoras definem uma grade de programação com os horários nos quais cada programa vai passar, ou seja, nestes meios o conteúdo simplesmente passa, não existe a possibilidade de contê-lo sem o uso de aparelhos de gravação ou coisas do tipo.
O termo Podcast surgiu em fevereiro de 2004, mas foi só em setembro do mesmo ano que o termo foi usado para definir um processo utilizado por Adam Curry. Mas, afinal, o que é Podcasting? O Podcasting é a forma encontrada para transmitir e, ao mesmo tempo, conter os conteúdos. Neste processo, um emissor (que pode ser qualquer um de nós, inclusive emissores de broadcasting), chamado de Podcaster, grava o conteúdo em áudio ou vídeo e hospeda em sites especializados, que fazem uso de uma tecnologia chamada RSS. Essa gravação fica disponível em um endereço URL, o qual será usado na divulgação do conteúdo. O conjunto de produções de um mesmo Podcaster é chamado de feed e o endereço URL leva ao feed, normalmente, às publicações mais recentes (Ex: Podcasts de notícias). O interessado pode se cadastrar no site do Podcast ou usar programas como Winamp, para cadastrar a URL correspondente e eceber os Podcasts sem ter que acessar o endereço.
Este recurso passou a ser muito utilizado para divulgação não somente de notícias, mas também de aulas por escolas e universidades ou mesmo conteúdos exclusivos feitos pelas emissoras de rádio e TV. A CBN, por exemplo, divulga entrevistas e conteúdos exclusivos no site, outro exemplo são os portais das emissoras de TV. Um outro exemplo que eu recebi pelo Twitter é essa ação realizada pela agência Bullet: http://www.portaldapropaganda.com.br/portal/propaganda/18698-bullet-comemora-100o-podbility-e-escolhe-estagiario-para-atuar-na-criacao-.html
A questão é que por essa característica da maioria dos Podcasts, que são direcionados a certo público que depende ou se interessa pelo conteúdo produzido, a idéia de audiência, que é de grande importância no broadcasting, acaba perdendo o sentido neste meio. Qualquer produção caseira pode ter muitas visualizações de amigos do podcaster, trazendo a idéia errada de que a produção foi um sucesso. Por isso, é sempre bom ter em mente: Na internet não é porque muitas pessoas já viram que realmente é de qualidade.
Como eu falei anteriormente, os Podcasts podem ser apenas de áudio ou de áudio e vídeo, por isso, trago um exemplo de cada um:
O lixo eletrônico é constituído por aparelhos eletrônicos (computadores, celulares...) e resíduos resultantes destes (pilhas, baterias...), que não sendo mais úteis para seus possuidores, são descartados muitas vezes em lugares inapropriados para a saúde pública, como por exemplo, em lixões. Por serem altamente tóxicos fazem mal à população, e causam doenças graves a pessoas que vivem da coleta deles, para vender ao mercado negro. Além disso, uma vez que tem contato com o solo, podem contaminar os lençóis freáticos, e se queimados, poluem o ar. Um dos principais motivos do crescimento do lixo eletrônico está no fato de as pessoas serem cada vez mais induzidas a comprarem aparelhos novos, fazendo com que descartem os “antigos”, sendo que muitos ainda podem estar em bom estado e servirem para outras pessoas e instituições. Pensando nisso foram criadas várias medidas para que estes materiais possam ser reaproveitados (quando possível) ou então para que pelo menos sejam reciclados de forma apropriada. No Brasil não há legislação nacional que defina regras para o tratamento e a reciclagem destes materiais, porém, no estado de São Paulo foi criada uma lei que define as normas e os procedimentos perante a reciclagem, gerenciamento e destinação final de lixo eletrônico. Assim, foram feitas campanhas para que as pessoas se conscientizem e comecem a reciclar estes materiais corretamente, como por exemplo, a campanha de recolhimento de pilhas e baterias, como mostra o vídeo abaixo.
O que falta agora é cada um fazer a sua parte, pois só assim poderá ser possível eliminar nem que seja um pouco deste material, ajudando não só a vida humana, como a vida em geral. Deixo por fim um recado da campanha da AS.CO.LE (Associação de combate ao lixo eletrônico).
Specsavers, maior rede de óticas da Inglaterra criou este vídeo parodiando o desodorante Axé. Mulheres bonitas são atraídas pelo rapaz cheiroso, a diferença é que no final...